DVD EXPRESSIONISMO ALEMÃO (USADO)

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DVD EXPRESSIONISMO ALEMÃO (USADO)


DVD Com 3 Discos,  Nacional, Usado, Em Boas Condições. Obras Primas.


Expressionismo Alemão reúne em três DVDs um total de 5 filmes, o que inclui mais de duas horas de extras. Há também cards que reproduzem a arte original dos pôsteres. 

DISCO 1:

Fausto (F.W. Murnau, 1926)

Último filme de Murnau na Alemanha, que depois se mudaria para os EUA e realizaria sua grande obra-prima, Aurora (Sunrise: A Song of Two Humans, 1927). Baseado na homônima obra de Goethe, Fausto é um dos maiores trabalhos expressionistas no que diz respeito ao uso dos contrastes de sombras e luzes. Assimilando a raiz poética livro, o filme reforça a ideia de um mundo influenciado por uma dimensão superior e maligna, na luta do homem entre o espiritual e o humano, e todas essas ideias são muito bem visualmente exploradas pelos contrastes de luzes e sombras, que reforçam as dualidades e ambiguidades da história. Dentro dessa concepção visual extraordinária, o Mefisto de Murnau é mais pura materialização do mal. 

O Castelo de Vogelöd (F.W. Murnau, 1921)

Dentro do movimento expressionista, os cenários eram de suma importância para o resultado final, pois refletiam o estado psicológico e emocional dos personagens que os habitavam. Em O Castelo de Vogelöd, Murnau dá uma importância ainda maior aos cenários ao explorar um mosaico labiríntico de cômodos, saletas, escadarias, vitrais, calabouços, que vão se revelando ou se ocultando conforme as luzes e sombras são projetadas, como se o castelo-título fosse um organismo vivo e funcional. Muito atmosférico e assustador, esse filme é uma aula de mise-èn-scene. 

DISCO 2:

A Caixa de Pandora (Georg Wilhem Pabst, 1929)

Um inusitado encontro do expressionismo alemão com a mitologia grega, esse exemplar do movimento traz uma protagonista forte e um claro endeusamento da atriz por parte do diretor, algo recorrente entre os cineastas alemães. Extremamente visual, todo o filme sobrevive apenas de suas sombras e trabalha ideia de uma protagonista amaldiçoada e engolida por um mundo de homens e de escuridão. Ao mesmo tempo, a própria heroína é maculada por essa atmosfera e acaba se mostrando uma personagem bastante dúbia e imprevisível. 

A Morte Cansada (Fritz Lang, 1921)

Estruturado como um poema de seis partes dividido por intertítulos, essa pessimista obra do mestre Lang personifica a Morte como um personagem que perambula pelas ruas de um antigo vilarejo ceifando vidas inocentes e construindo para si um muro gigante em torno de um cemitério. Não exatamente uma vilã, a Morte é uma personagem fatigada de seu propósito e sem esperanças com respeito aos desígnios divinos e as injustiças sociais. Em seu contrapeso, há uma mocinha que acredita que o amor é mais forte do que a Morte e que firma um pacto em troca da vida de seu noivo. Os cenários mais sóbrios e bucólicos do filme, a princípio muito realistas, vão aos poucos dando espaço para uma dimensão espiritual e noturna que se estende por ele como uma mortalha. É um dos trabalhos mais amargos do mestre. 
 
DISCO 3:

O Gabinete do Dr. Caligari (Robert Wiene, 1920)

O mais simbólico e representativo filme do expressionismo alemão, essa história sobre um médico funesto que hipnotiza e adormece um homem por mais de duas décadas reúne em si todas as principais características do movimento: a loucura dos personagens se reflete em cenários assimétricos, a fotografia e o jogo de luzes revelam as nuances das personalidades de cada um e as conclusões são das mais sombrias. Nos créditos da coleção, há um documentário inédito, intitulado “From Caligari to Hitler”, que explica um pouco do impacto social do movimento a partir desse filme e durante os anos da República de Weimar, até 1933 com a ascensão nazista. 


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